Sistemas sob medida
ERP, back-office e SaaS multi-tenant com o que dói de verdade: financeiro, estoque, PDV, emissão fiscal, permissão por perfil e relatório que fecha.
ERPs, aplicativos e integrações de pagamento que já rodam em varejo e food service, construção civil, educação e fintech. Entregamos como projeto fechado — ou como squad dedicado dentro do seu time.
Conte a operação no WhatsApp. Se não for pra gente, a gente diz na hora.
Trabalhamos com produto que tem gente usando: caixa abrindo, pedido entrando na cozinha, apontamento saindo da obra, PIX caindo na conta. É esse tipo de sistema que a gente sabe construir e manter de pé.
ERP, back-office e SaaS multi-tenant com o que dói de verdade: financeiro, estoque, PDV, emissão fiscal, permissão por perfil e relatório que fecha.
Apps iOS e Android em React Native e Expo, PWAs e apps de desktop para operar em campo, no balcão e na cozinha — inclusive offline e com impressão.
PIX ponta a ponta: gateways, webhooks, conciliação e roteamento entre provedores. E integração com o ERP, a maquininha e a API que o cliente já usa.
Aquele sistema que ninguém quer mais tocar. Tiramos do Java 8 e do Tomcat 8 sem reescrever do zero e sem parar a operação.
Ingestão de fontes bagunçadas (API, Excel, SFTP), indicadores em tempo real e pergunta em português que vira consulta no banco.
Dev, mobile e dados plugados no seu time, com rito semanal, prioridade sua e o código sempre no seu repositório.
Cada um destes nasceu de um problema específico de operação e hoje é usado todo dia por quem trabalha nela.
ERP web completo: financeiro, vendas, estoque, PDV, KDS de cozinha, ordens de serviço, catálogo e emissão fiscal. Em volta dele, apps de comanda e delivery e um app de desktop que recebe o pedido, toca o alerta e imprime — mesmo se o navegador estiver fechado.
Plataforma de produção e qualidade em obra: o apontamento e a inspeção saem da prancheta e viram app no canteiro, alimentando painel e relatório no mesmo dia. Cinco módulos independentes — web, API de integração, API do app e agendador — rodando como um sistema só.
SaaS multi-tenant de dados: conecta as fontes que a construtora já tem (API do ERP, planilhas via SFTP e SharePoint), roda o pipeline de tratamento em camadas e devolve painel, app e consulta em português — a pergunta do gestor vira SQL sem ninguém escrever consulta.
Agregador de gateways: a plataforma cliente chama uma API só e o hub escolhe o provedor conforme a regra daquele cliente, cria a transação, recebe o webhook de confirmação e devolve o status no callback. Depósito, saque e conciliação com painel próprio de operação.
Plataforma das comissões de formatura: agenda dos eventos da turma, venda dos itens da formatura com limite por formando e data de encerramento, meta de arrecadação por turma e por aluno, e o caixa da turma — receita, despesa e repasse — fechando sozinho. No app, o formando acompanha o que comprou, o que já pagou e o que falta.
Plataforma de eventos e cursos: congresso, workshop e curso online com inscrição, conteúdo, acompanhamento e emissão de certificado. Backend Java moderno com front React e ambiente inteiro em Docker.
Nosso próprio laboratório: um terminal nativo de macOS para quem toca vários projetos ao mesmo tempo — workspaces cujos terminais sobrevivem ao app fechar e servidores de aplicação que sobem com um clique. É onde testamos, na nossa própria rotina, o padrão de qualidade que aplicamos nos projetos de cliente.
Integração é onde projeto atrasa: certificado que vence, layout de webservice que muda, webhook que chega duas vezes. Abaixo está o que já roda em produção nas nossas mãos — cada item já passou por homologação, erro em produção e conserto.
Banco é 20% de API e 80% de conciliação: o dinheiro que entrou tem que achar sozinho a parcela que ele paga.
Emissão direta: o XML sai do ERP assinado com o certificado do cliente e vai pra SEFAZ. Sem emissor terceiro no meio, sem mensalidade por nota.
Nota de serviço tem uma regra diferente por município no Brasil inteiro. O caminho é isolar o município — não deixar ele espalhado pelo sistema.
Doze provedores, cada um com o seu jeito de dizer "pago". Num dos projetos eles ficam atrás de um hub único: a plataforma cliente chama uma API só e a escolha do provedor vira configuração, não deploy.
Já migramos ERPs inteiros em operação: framework descontinuado, versão de Java sem suporte, servidor que ninguém mais atualiza. Sem reescrever do zero, sem congelar o roadmap e sem parar quem depende do sistema para trabalhar.
Em qualquer um dos dois o código nasce no seu repositório, a documentação fica com você e não existe dependência de uma pessoa só para o sistema continuar de pé.
Escopo, prazo e preço definidos antes de a primeira linha ser escrita.
Bom quando: o produto já está claro e existe uma data para ir ao ar.
Um time nosso plugado no seu, com capacidade constante e prioridade definida por você.
Bom quando: o produto vai mudar no caminho e o que falta é capacidade constante.
Manda uma mensagem contando como a operação funciona hoje e onde ela trava. A gente responde com o caminho que faria, o formato de trabalho e uma ordem de grandeza de prazo.